O termo se refere, basicamente, a pessoas que atingem a excitação sexual através da exibição do corpo - principalmente o órgão sexual, na maioria das vezes - com ou sem consentimento da outra parte; e, quando sem consentimento, o espanto de quem vê é o principal motivo de prazer para o exibicionista.
Entre os caras da república é possível observar um comportamento similar; um nível menor de exibicionista - e por isso trataremos esse sujeito apenas como "exibido".
O exibido pode ser qualquer cidadão, mas os sinais comumente se manifestam em rapazes carentes de atenção, inseguros, imaturos e, principalmente, que frequentam ambientes destinados à musculação.
Um dos sinais que o identificam é o ato de fotografar-se no espelho sem camisa e compartilhar em redes sociais.
Ainda há dúvidas se o exibido sente tesão por meio dessa conduta. Há teorias de que a autoexposição de suas "qualidades" construiriam uma imagem de macho alfa, tendo a exibição física como forma de marcar território; outras teorias implicam que o sujeito curtiria mostrar o corpo para outros caras como parte do processo de descoberta sexual... Nada confirmado, entretanto.
A postura do exibido pode se fazer presente em muitas situações, mas nunca necessariamente com sentido.
Tudo é aceitável:
- Tirar a camiseta em qualquer momento em que a temperatura esteja acima de 20 ºC;
- Se trocar de porta e janela aberta;
- Fazer exercícios físicos - preferencialmente flexões - em público.
- Ir até a cozinha da república beber água só de cueca;
- Mostrar os resultados abdominais obtidos na academia sem que ninguém peça;
- Perambular pela república depois do banho com a toalha porcamente enrolada, não se importando caso algo apareça "sem querer".
Não se sabe se o exibido é consciente da razão que origina seus atos, mas combatê-lo é fácil: ignorá-lo. Quanto mais suas ações causarem desconforto, mais notado ele é pelo que exibe, e essa é sua fonte de deleite.
Logo, agir com normalidade diante dos acontecimentos pode, ao longo do tempo, reverter as circunstâncias.

